Alexandre de Moraes e seu destino a la Robespierre

Caríssimos e baratíssimos,

Em 1794, Maximilien Robespierre, o todo-poderoso da Revolução Francesa, decidiu assistir à apresentação da peça “Le Censeur”, que estava sendo apresentada em Paris. Essa peça era uma sátira política que fazia críticas veladas a Robespierre e ao seu governo.

Segundo algumas fontes históricas, Robespierre decidiu assistir à peça em uma tentativa de avaliar a opinião pública e a maneira como estava sendo retratado. Pois durante a apresentação, a plateia ria abertamente das referências ao governo e, mais especificamente, às alusões a Robespierre. A peça mostrava que o público, que antes o temia, agora se sentia confortável em ridicularizá-lo. Essa perda de prestígio e a percepção de que ele havia se tornado objeto de escárnio público contribuíram para enfraquecer sua posição.

Pouco depois desse episódio, Robespierre foi preso e guilhotinado, marcando o fim de seu domínio e o período de terror da Revolução Francesa.

Robespierre caiu quando riram dele.

Isso agora, guardada as devidas proporções, está ocorrendo com Alexandre de Moraes. E, sim, este será o destino dele também. Não a guilhotina, claro! Estou me referindo à queda do cargo que ocupa e os problemas que virão por conta dos absurdos jurídicos que cometeu.

O primeiro passo já foi dado com Elon Musk e seus memes do Xandão. Deve-se agora fazer com ele o que se fez com o TaxHaddad. Mostrar claramente o ridículo de suas ideias e ações.

A história da peça e da reação do público é o exemplo que a população brasileira precisa observar e emular. Só com humor e ridicularização vai-se evitar chegar a um ponto de não retorno para a situação de censura e totalitarismo no país. E para encerrar este período negro na história jurídica do Brasil, será preciso dar o nome de ridículo ao que é ridículo.

É assim que se desestabiliza os Xandões e qualquer líder chefe poderoso.


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