O governo chinês manifestou forte descontentamento com a União Europeia após a inclusão de empresas chinesas em um novo pacote de sanções relacionadas ao conflito na Ucrânia, ameaçando tomar medidas de retaliação.
Em comunicado, o Ministério do Comércio da China criticou a decisão de Bruxelas, que teria ignorado as queixas e oposição chinesas, acusando a UE de comprometer a confiança e as relações bilaterais. O pacote anunciado pela UE abrange entidades de vários países, incluindo a China, acusadas de apoio ao setor militar russo. Pequim exige a exclusão imediata dessas empresas da lista, buscando soluções por meio do diálogo. Recentemente, a China havia suspendido sanções contra bancos lituanos em resposta à retirada de sanções europeias contra entidades chinesas. Desde o início do conflito na Ucrânia, a posição chinesa tem sido de ambiguidade, sem condenar a Rússia e mantendo relações com Moscou.
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