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As operações militares dos Estados Unidos na Venezuela e no Irã expuseram deficiências nos sistemas de defesa aérea chineses utilizados por Caracas e Teerã. Na Venezuela, a captura do presidente Nicolás Maduro evidenciou falhas em radares fornecidos pela China, incapazes de detectar aeronaves americanas durante a ação. Nos ataques ao Irã, os sistemas HQ-9B chineses também não protegeram efetivamente contra ofensivas coordenadas dos EUA e Israel.

A notícia foi divulgada na Gazeta do Povo.

Entre 2010 e 2020, a China foi um dos principais fornecedores de armamento da Venezuela, atrás somente da Rússia, mas os recentes eventos levantaram dúvidas sobre a eficácia dessas armas. O general Dan Caine dos EUA destacou que ações cibernéticas e espaciais foram fundamentais para superar o sistema de defesa venezuelano. A situação é semelhante no Irã, onde, apesar de um arsenal antiaéreo sofisticado, os ataques ocorreram sem impedimentos. Pequim não comentou sobre a eficácia dos equipamentos, limitando-se a criticar as operações americanas.


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