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Os Emirados Árabes Unidos surpreenderam ao anunciar sua saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), impactando alguns dos maiores produtores mundiais de petróleo. O país informou na terça-feira, 28, que essa decisão permitirá mais flexibilidade para aumentar sua produção, objetivando atingir 5 milhões de barris diários até 2027.

A decisão, divulgada pelo ministro de energia Suhail Al Mazrouei, foi motivada pela insatisfação com as restrições de cotas da Opep, consideradas limitantes. A saída, que ocorrerá em 1º de dezembro, coincide com tensões entre os Emirados e a Arábia Saudita, líder de facto da organização.

Essa movimentação acontece em meio ao contexto de uma guerra no Oriente Médio e a queda na produção do Golfo Pérsico, gerando preocupações sobre volatilidade futura nos mercados de petróleo. Desde o conflito, a produção dos Emirados foi reduzida significativamente devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte de petróleo.

Com a saída, a Arábia Saudita poderá enfrentar o desafio de gerenciar sozinha o equilíbrio dos mercados de petróleo. A decisão dos Emirados segue uma tendência de outros países que também deixaram o cartel nos últimos anos, como Catar e Equador.


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