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O mercado financeiro aguarda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em relação à taxa Selic, influenciada pelo conflito
persistente no Oriente Médio. A continuidade da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel mantém o preço do petróleo elevado, o que pode levar o Banco Central a adotar uma postura cautelosa. Espera-se um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa, que passaria para 14,5% ao ano. Esse cenário é compartilhado por 33 de 37 instituições
consultadas pelo Projeções Broadcast.

As tensões na região e a alta no preço do petróleo forçam o Copom a reavaliar estratégias anteriores de corte mais agressivo nos juros. Comentários dos economistas Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, e Luciano Sobral, da Neo Investimentos, destacam a necessidade de prudência devido ao atual cenário econômico, apesar de uma valorização cambial que reduziu parcialmente efeitos
inflacionários. Prevê-se que a resposta do Banco Central continue cautelosa, com possíveis ajustes futuros na taxa Selic dependendo de uma potencial estabilização nos preços do petróleo e nas tensões internacionais.

Os especialistas divergem sobre a direção das próximas reuniões do Copom, mas concordam que, enquanto a guerra no Oriente Médio influenciar os preços do petróleo, a trajetória de cortes na Selic seguirá condicionada pela evolução do conflito.


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