A Polícia Federal está investigando a entrada no Brasil de bagagens não fiscalizadas que chegaram em um voo particular vindo da ilha de São Martinho, no Caribe. O voo, ocorrido em abril de 2024, incluía políticos como o presidente da câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira. Segundo investigações, malas passaram sem inspeção no Aeroporto Executivo Internacional Catarina, em São Roque (SP), após a intercessão de um auditor fiscal.
Eventuais crimes de facilitação de contrabando e prevaricação estão sob análise. O caso foi levado ao Supremo Tribunal Federal para decidir sobre o possível envolvimento de autoridades com foro privilegiado. Hugo Motta afirmou ter cumprido todos os protocolos ao desembarcar. A Receita Federal está conduzindo investigações internas de forma sigilosa, enquanto a Procuradoria-Geral da República tem prazo para se manifestar.
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