Ferramenta usa 30 situações concretas, cinco eixos de análise e apresenta afinidade com seis correntes políticas

Nosso site lançou um teste político gratuito que ajuda o público a compreender a própria posição ideológica a partir de propostas concretas sobre economia, liberdade individual, costumes, democracia e atuação do Estado.
Disponível em https://incomunicado.com.br/teste-politico/ (acesse aqui), a ferramenta apresenta 30 situações divididas em seis etapas. Em cada uma, o participante escolhe entre cinco respostas possíveis, formuladas como diferentes políticas públicas ou posições práticas — e não apenas como frases de concordância ou discordância.
Ao final, o sistema monta um retrato em cinco eixos: economia, alcance do Estado, liberdade e autoridade, costumes e compromisso com democracia e pluralismo. O resultado indica os perfis ideológicos mais próximos entre extrema-esquerda, esquerda, centro, direita, extrema-direita e libertarianismo/anarcocapitalismo.
A proposta evita reduzir a política a uma linha única entre “esquerda” e “direita”. Uma pessoa pode, por exemplo, defender mercado livre, mas rejeitar autoritarismo e a interferência estatal na vida privada; ou apoiar serviços públicos amplos e, ao mesmo tempo, valorizar instituições democráticas e liberdades civis.
Além do perfil predominante, o visitante recebe um gráfico dos cinco eixos, os três perfis mais próximos, explicações sobre combinações de opiniões e dicas de leitura que detalham cada corrente política. As alternativas aparecem em ordem embaralhada, para reduzir a possibilidade de o usuário tentar adivinhar a lógica da pontuação.
O teste não pede nome, e-mail, telefone ou qualquer dado pessoal. As respostas ficam salvas apenas no navegador utilizado pelo participante. O Incomunicado ressalta que a ferramenta tem finalidade educativa e de autoconhecimento político: ela não determina filiação partidária, intenção de voto ou diagnóstico definitivo sobre uma pessoa.
“A ideia é fazer com que as pessoas se reconheçam pelas políticas que defenderiam, e não apenas pelo rótulo que aprenderam a usar”, informa o editor Cláudio Toldo. “Muita gente se diz de direita, esquerda ou centro sem perceber que suas posições combinam elementos de correntes diferentes”, explica.
Acesse agora aqui.
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