A rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal pelo Senado marcou um revés significativo para o presidente Lula. Este episódio, ocorrido em abril de 2026, foi influenciado por manobras políticas de Rogério Marinho e ressentimentos pessoais de Davi Alcolumbre, além do contexto político em Brasília.
A articulação para rejeitar Messias teve início após Lula ignorar a indicação de Rodrigo Pacheco para o STF, causando um rompimento com Alcolumbre. Marinho desempenhou um papel crucial ao persuadir Alcolumbre a buscar uma derrota mais impactante para Lula. A crescente popularidade de Flávio Bolsonaro também contribuiu para o clima político. Alcolumbre, que ofereceu apoio a Lula enquanto trabalhava contra a indicação, pediu ainda que novas nomeações para o STF fossem adiadas até as eleições. Além disso, a iminente votação para derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetria pode enfraquecer ainda mais sua posição política.
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