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Em reunião não oficializada em agendas, ocorrida em 1º de maio, representantes do Banco Central cobraram do BRB soluções para sua crise de liquidez. O encontro, que considerou medidas como intervenção ou privatização, envolveu diretores do BC, incluindo Ailton de Aquino e Gilneu Vivan, além de dirigentes do BRB, como Nelson de Souza.

O BC mostrou preocupação com a falta de transparência do BRB, destacando a necessidade urgente de resolver a crise financeira. Desde março, o BRB enfrenta multas diárias por não publicar seu balanço devido a um déficit significativo. Para sanar suas dificuldades, o banco espera a entrada de R$ 4 bilhões referentes à venda de ativos, mas ainda negocia um financiamento adicional de R$ 4,5 bilhões.

A participação da União, exigida pelo Fundo Garantidor de Crédito, ainda não foi definida, enquanto especulações sobre privatização ganham força. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, tem se manifestado contra a privatização, interpretando a pressão como influência de concorrentes privados. A situação complexa do BRB é agravada pela proximidade de eleições e pela sobrecarga do BC com outras liquidações.


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