O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, exonerou Bernardo Moreira Amado Barros, assessor do deputado André Janones, após Barros interromper uma transmissão ao vivo da GloboNews. O incidente ocorreu durante uma entrevista com o líder da oposição, Cabo Gilberto Silva, e resultou em ataques à proposta de anistia e pedidos de reeleição de Lula. A exoneração foi oficializada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira.
A intervenção de Barros gerou reações nas redes sociais, onde ele afirmou que Cabo Gilberto “surtou” e tentou prendê-lo. Em resposta, o deputado da oposição considerou a atitude de Motta “firme e correta” e caracterizou o comportamento do assessor como intolerante ao contraditório. Sóstenes Cavalcante, líder do PL, classificou o evento como um atentado à liberdade parlamentar e de imprensa.
O episódio seguiu-se a duas derrotas do governo no Congresso, incluindo a rejeição de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto de Lula ao projeto de dosimetria, potencialmente beneficiando Jair Bolsonaro. O histórico de Barros inclui um incidente em 2025, quando provocou Bolsonaro durante sua prisão domiciliar no Condomínio Solar de Brasília. Embora o condomínio tenha acionado a justiça, a juíza Tatiana Dias negou a liminar, alegando que a circulação no local por visitantes autorizados não viola direitos constitucionais.
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